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domingo, 17 de julho de 2016

RECONSTRUÇÃO DO CONRERP/5ª

Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas reabrindo as portas!
UM COMUNICADO AOS RPs


O Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 5ª Região está em preparativos para reabrir suas portas aos RPs de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Piauí. 

Após renuncia coletiva da última gestão em meados de 2015, culminando com mais de um ano de "portas fechadas" causando evidentes transtornos aos profissionais e estudantes da categoria, o Conrerp/5ª; através de apoio do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas (Conferp), está em preparativos para voltar a funcionar plenamente, ainda este ano.

Sem dúvida uma excelente notícia para os Relações Públicas do Brasil, sobretudo para os dos Estados da Federação que o 5ª Região representa, Com a ausência do funcionamento da Autarquia Federal representativa da categoria profissional, vários RPs não puderam pagar suas anuidades, registrar-se ou mesmo resolver qualquer "ocorrências" que são de obrigação do órgão de classe.

Não há exemplos no Brasil de profissões bem conceituadas  pela sociedade e aceitas pelo empresariado, sem a atuação efetiva dos seus respectivos Conselhos Regionais, através dos seus Sistemas. Assim, as RPs, que no Nordeste engatinha bravamente sua valorização, seu reconhecimento e sua "reserva de mercado", têm em seu Sistema Conferp/Conrerp's, sua única oportunidade de reconhecimento, através do seu "diploma de graduação" regulamentado, além da conscientização e do cumprimento de suas leis.

As leis existem e estão aí para serem cumpridas. Elas garantem que apenas os RPs graduados em Faculdades e Escolas Superiores reconhecidas pelo MEC possam atuar nas atividades específicas da profissão. Elas garantes também aos empresários, gestores e empreendedores, ter um profissional, uma assessoria ou uma consultoria de Relações Públicas, atrelados a um código de ética, cobrando preços justos e atuando com os conhecimentos adquiridos nos respectivos cursos superiores.

Grande tristeza é ver RPs graduados ou provisionados, falando na chamada "FLEXIBILIZAÇÃO" da profissão, dando para quem não graduou-se especificamente em Relações Públicas, o direito de atuar e trabalhar como profissional de RP nas empresas. Não avistando vantagens nessa proposta suicida, estranhamente defendida por alguns RPs, o Conselho Regional 5, diante das leis em vigor e ciente de suas obrigações e do seus "débitos" na prestação de serviço com os profissionais RPs, reabre com nova diretoria, para atender, como é obrigação, aos profissionais dos 5 Estados que representa.

Em meados de agosto de 2016, o Conrerp/5ª estará em pleno funcionamento, quando todos os Relações Públicas têm de volta sua casa.


Reportagem deste Blog....
  


sexta-feira, 15 de julho de 2016

AVALIAÇÃO FACULDADE DOS GUARARAPES

Aos amigos do Curso de ORATÓRIA PARA CURSOS JURÍDICOS
PÓS GRADUAÇÃO
FACULDADE DOS GUARARAPES
(aos que não puderam fazer a avaliação em sala de aula)




Escolher no YOUTUBE um vídeo de uma palestra, discurso ou pronunciamento de uma personalidade brasileira ou estrangeira; (ME ENVIAR POR E-MAIL O LINCK DO VÍDEO - NÃO PRECISA BAIXAR E ME ENVIAR O VÍDEO) 

E-mail para enviar:  josefirmo@outlook.com

No mesmo e-mail que enviar o "linck"; partindo do princípio de que "NÃO EXISTE ORADOR PERFEITO", em poucas palavras, analise o tipo de orador; as possíveis falhas e utilização das "muletas da comunicação oral".
O importante é uma análise crítica da forma de comunicação do orador escolhido. Faça uma verificação partindo do que conversamos em "sala de aula", com suas opiniões pessoais sobre a qualidade do orador, (pronúncia, dicção, apresentação, expressão corporal, etc.).


ATENÇÃO:

Por favor: coloquem tudo no próprio corpo do e-mail, sem anexos, para facilitar quando eu for acessar os vídeos e comparar com sua avaliação.

Mande-me também no e-mail, em destaque, seu NOME COMPLETO.

enviar para: josefirmo@outlook.com

Qualquer dúvida, estou a disposição;


Atenciosamente;
Outrora professor, amigo
Firmo Neto

quarta-feira, 22 de junho de 2016

EMPRESÁRIOS, GESTORES E EMPREENDEDORES - NO CAMINHO ERRADO

AS RELAÇÕES PÚBLICAS COMO PROFISSÃO REGULAMENTADA, OCUPAM ESPAÇOS IMPORTANTES NO PROCESSO DE INOVAÇÃO EXIGIDO DAS ORGANIZAÇÕES QUE BUSCAM UM "LUGAR AO SOL" NO NOVO MILÊNIO.


Ainda, sabe-se lá por que, pouco se fala na importância da profissão de Relações Públicas dentro do cenário cada vez mais exigido para as organizações modernas. No chamado "século dos relacionamentos", essa profissão tão completa, alicerçada na comunicação social ou na administração, mostra-se cada vez mais indispensável para as empresas que buscam a inovação e um bom e cordial andamento dos seus relacionamentos com clientes, fornecedores e colaboradores.


Tendo como vital o "ato de inovar" e evoluir nos seus relacionamentos com seus vários públicos, empresários, empregadores, gerentes e gestores, em linhas gerais, ainda não avistam nas Relações Públicas, uma profissão e uma atividade fundamental, o que conota um grande erro de avaliação.

Certamente por falta de "pesquisa" ou mesmo de conhecimento dos gestores brasileiros, e porque não dizer também, pela ainda e histórica baixa divulgação dos próprios órgãos de classe da categoria, os(as) RPs, como também são conhecidos, são erroneamente profissionais ainda negligenciados ou esquecidos pelo corpo de comando das organizações. 

Habilitados, dentre outras coisas, para gerenciar os relacionamentos e as possíveis "crises" dentro das organizações modernas, seja em nível digital (com o surgimento e a popularização das redes sociais), como em nível pessoal, frente a frente, (cara a cara), as relações públicas são indispensáveis para qualquer organizações, sejam elas públicas ou provadas.

Equivocadamente, mesmo ao certo existindo um trabalho, muitas vezes "com outra nomenclatura", de relações públicas, em algumas organizações, ele ainda é feito ou coordenado por um profissional de outra área de formação, habilitado certamente para outro tipo de trabalho, onde poderia ser muito mais útil e produtivo. Cabe lembrar, não apenas a existência da regulamentação legal da profissão de Relações Públicas, que proíbe, como em qualquer outra profissão regulamentada, a sua ocupação por profissionais que não sejam graduados (diplomados) nos cursos de Relações Públicas em nível superior, em Instituições de Ensino Regularizadas pelo MEC e registrados no Conselho Regional de sua categoria. 

Outros fatores também são importantes para serem aqui lembrados. Com um profissional de outra área ocupando a função privativa de um(a) relações públicas, o empresário deixa de contar com as ferramentas acadêmicas esmiuçadas pelos profissionais graduados em RPs. O estudo dos relacionamentos corporativos ultrapassa as teorias da comunicação simplesmente. Eles permeiam pela sociologia, pela psicologia da comunicação, pela filosofia, pela história da arte e da humanidade, pela redação e expressão, e aprofunda-se claramente nos relacionamentos e na sua condução, sobretudo em tempos de crise. (Não confundir crise com unicamente com crise financeira). Várias crises de relacionamentos surgem em uma corporação ou instituição, e ter um departamento ou profissional habilitado de RP para trabalhá-las da forma técnica devida, é a saída, sem dúvida, mais segura e eficaz para o empresariado.

Outro ponto que pode e deve ser lembrado é: por se tratar de uma profissão regulamentada, o profissional de relações públicas é ancorado por um código de ética, que exige dele, além do sigilo sobre as informações adquiridas no trabalho, uma postura ética e uniforme com relação a empresa a que por ventura venha a prestar serviços profissionais.


O que deixamos então de registro, é que nosso empresariado compreenda de uma vez por todas a importância das RPs; sobretudo nesse momento de informações com diálogos abertos e "de pronto", de consumidores conhecedores de seus direitos, de funcionários e colaboradores que não exercem sua "força de trabalho" unicamente por sua remuneração, de diálogo aberto e transparência jamais vistos no mundo corporativo; e enxerguem nas Relações Públicas o verdadeiro caminho para a inovação, os bons relacionamentos e, claro, para a maior lucratividade.

Impossível deixar de lembrar que o Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas, através de seus Regionais localizados em todo país, está em pleno funcionamento, promovendo fiscalizações e aplicando, nos casos mais graves e de reincidência, as multas das quais as leis lhe dão autonomia e lhes exige.

Dessa forma, na época que o tangível dá lugar ao intangível, que o chefe dá lugar ao líder que faz parte da equipe e não apenas fiscaliza profissionais, seja um GESTOR LEGAL.
Procure o Conselho Regional de Relações Públicas de sua região, que estará apto a orientá-lo e até a fornecer banco de dados de profissionais registados, legais e devidamente formados, para que possam participar dos seus processos de seleção, dando-lhe assim a melhor assessoria, mais técnica e profissional, dentro de conceitos acadêmicos únicos, que norteiam um dos principais valores da profissão, que é o bom relacionamento organizacional.

Informações: www.conferp.org.br
(Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas)


Firmo Neto
Relações Públicas
Especialista em Gestão com Pessoas
Conrerp/5ª: 1.527

quinta-feira, 2 de junho de 2016

NÃO EXIGÊNCIA DO DIPLOMA DE GRADUAÇÃO. UM RETROCESSO SEM VOLTA

ABRE-TE OS OLHOS
texto pessoal

Espantoso, Ainda muito se ouve falar sobre a conhecida tentativa de flexibilização da profissão de Relações Públicas no Brasil. Mais espantoso é saber que essa tentativa parte de profissionais graduados na própria área.

Não furtarei-me assim, como profissional diplomado, registrado e agora como Presidente do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 5ª Região, a opinar sobre o assunto com a pertinácia que me for conveniente, alardeando onde couber meus limites de liberdade de ex
pressão e legalidade a minha luta contra esse que chamo de "absurdo".

Vamos aos fatos:

A flexibilização da profissão daria ao Sistema Conferp certamente mais ganhos financeiros. É conhecida de todos, a dificuldade financeira que nosso principal Órgão de Classe passa, fruto talvez do ainda limitado conhecimento social da nossa indispensável profissão, mas também por desinteresse ou falta de conhecimento do próprio profissional, que ao concluir o curso de graduação, parece não perceber que o caminho é o mesmo do médico, do advogado, do psicólogo, do veterinário, do engenheiro, do arquiteto, etc.: PROCURAR SEU CONSELHO REGIONAL PARA SE REGISTRAR; TER SUA IDENTIDADE PROFISSIONAL, PODENDO ATUAR NA ÁREA.
Sistema Conferp contra
a Flexibilização

Não podemos comparar essas profissões com a nossa? Por que não? São baseadas e regulamentadas por lei federal, atuam, salvo diferenças lógicas, dentro de um sistema que as fiscaliza, as regulamenta e as credibilizam diante da sociedade. Afinal, ninguém vai a um médico que não tenha CRM. Vez ou outra assistimos casos de oportunistas tentando se passar por médico, e nos revoltamos. Não procuramos um advogado que não tenha sua OAB. Aliás, esse já tem, assim como o médico, embutido em sua cultura, que não pode atuar antes de tirar sua credencial. E assim, da mesma forma todas as outras profissões citadas.

Pasmo fiquei, e desejo que compartilhem comigo, quando percebi que: além de ser pleiteada por profissionais da própria área, a flexibilização não teve resistência de parte dos nossos maiores representantes. Isso mesmo, aqueles que escreveram grande parte dos livros que estudamos na Faculdade. Aqueles que nos pareciam referência e ainda são, sejamos justos. Pesquisadores que mereciam e merecem nosso respeito. Mas onde eles estavam quando esse assunto "flexibilização" começou? Imaginei, no início dessa tentativa de "suicídio profissional", que haveria um grande levante nacional dos nossos acadêmicos que aprendemos a amar e éramos, quando não por vontade própria, obrigados a ler. Imaginei uma comoção nacional dos nossos pesquisadores, doutores, pós-doutores e PHDs. Isso não aconteceu nem vejo acontecendo na proporção que o tema exige.
Claro, alguns grandes nomes merecem destaque na luta contra esse autoflagelo, como o professor, pesquisador estudioso e escritor; Marcondes Neto, autor de obras imensuráveis para as RPs. Outros também o acompanharam na contramão do que alguns pregavam. A flexibilização é a contramão de uma luta histórica de todas as profissões que hoje são regulamentadas. Exemplo disso são nossos colegas publicitários e designers, que há tempos tramitam no Senado da República, pedido de legitimação e regulamentação. Nossos eternos colegas jornalistas sofreram com a chamada "queda do diploma" e até hoje lutam legalmente pelo retorno da lei que garantia a exigência do diploma de graduação em jornalismo para o exercício da profissão de jornalista. Mais corporativistas, e congratulo-me nesse caso, os Sindicatos dos Jornalistas tiveram que aceitar a força da lei, porém, como saída, recusam o dinheiro que viria da sindicalização de profissionais que receberam seus registros sem concluir a graduação na área.

A grande pergunta é: se todos lutam para ter uma legislação; se os nossos colegas comunicadores de outras áreas ou habilitações aguardam ansiosos a apreciação dos seus pleitos no Congresso Nacional, qual a real vantagem de fazermos exatamente o contrário? Já temos nossa regulamentação dada por lei federal. Já temos o que muitos chamam de "reserva de mercado", ainda muito pouco cumprida, mas com bons prognósticos. Por que andar na contramão e entregar o que outros lutam para ter?

(INTERESSANTE SABER QUE NÃO SÃO OS JORNALISTAS, PUBLICITÁRIOS, MERCADÓLOGOS OU OUTROS, QUE QUEREM OCUPAR NOSSA PROFISSÃO. SOMOS NÓS QUE INSISTIMOS EM ABRIR PARA ELES). 
NÓS VÍRGULA. DO JEITO QUE ELES LUTARAM E ESTÃO LUTANDO, TAMBÉM LUTAREMOS. O CHATO É LUTARMOS CONTRA QUEM DEVERIA ESTAR DO NOSSO LADO)

(autor bem desconhecido)

Busquei muitas explicações para tal fato. Por mais que tenha perambulado em conversas informais ou em leituras (poucas existentes) sobre o tema, pouco consegui de resultado, para a explicação clara desse fato que insisto em chamar de "tiro no pé". O que se sabe é que a luta para mantermos nossa regulamentação vai continuar. A atual Gestão do Conferp já posicionou-se contra a flexibilização e parece ser acompanhada por todos os regionais. É hora do profissional ou estudante de RP, assim como empresários proprietários de Faculdades que oferecem o curso de Relações Públicas, cobrarem desses "estudiosos" as respostas que por "incapacidade", não encontrei. Hora dos estudantes de Relações Públicas de todo Brasil procurarem esses profissionais da mesma área, que querem a"flexibilização" e pedirem que expliquem: "quer dizer que estou em tal período da faculdade, ou que acabei de me formar, e você vem me dizer que está lutando para que eu ache bom me dizerem que não precisava de nada disso para eu ser Relações Públicas"?

Não sei a quem agradecer, mas prefiro a Deus. Que nomes como o do autor, professor, estudioso e pesquisador Marcondes Neto, entre outros, continue nos oportunizando com grandes obras da área, e nos defendendo coerentemente contra essa tentativa de naufrágio coletivo, que "colegas" tentam nos impor.



Dica de livro:
Procure outros do Professor Marcondes Neto

 
Professor e pesquisador: Marcondes Neto

segunda-feira, 28 de março de 2016

NOVA GESTÃO DO CONRERP/5ª TOMARÁ POSSE NOS PRÓXIMOS DIAS

Novos gestores do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas prometem proximidade e muitas atividades para a categoria.


Está sendo organizada para os próximos dias a posse dos novos Conselheiros do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 5ª Região.
A Autarquia Federal, que está com suas atividades suspensas nos estados que representa desde outubro de 2015, restabelecerá seu funcionamentos em breve.
Modelo da nova carteira de identidade profissional
dos Relações Públicas.

Fonte: internet
Tendo em vista as tradicionais dificuldades com a adesão da categoria ao seu principal órgão de classe fiscalizador, os novos Conselheiros esperam muito trabalho, mas esperam o apoio de todos os colegas. Firmo Neto, um dos profissionais que representará o Conselho na Gestão 2016-2018, deste blog, fala sobre as dificuldades, mas analisa possibilidade de uma nova fase. "Teremos muitas dificuldades, sabemos disso. Não queríamos e jamais pensamos em assumir o nosso Conselho, mas percebemos que precisávamos de um grupo disposto para abrirmos as portas. Entendemos as dificuldades de todas as gestões anteriores. Sabemos como nos comportamos; mas todos precisam entender que é uma nova fase; tudo novo. Estaremos perto dos Estados da Federação que representamos. Profissionais de Alagoas, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, além de Pernambuco, claro, podem estar certo que faremos do nosso Conselho uma verdadeira casa de apoio de todos os RPs e que com a participação de todos, teremos os recursos mínimos para mostrar para nosso empresariado a importância de ter um profissional de RP na coordenação de sua comunicação e dos seus relacionamentos corporativos", declarou Neto.

Quatorze bravos profissionais, juntos com o Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas prometem uma grande campanha para "atração" dos profissionais de RP, que devem ter orgulho de se identificar com sua carteira de identidade profissional.

Em mais alguns dias será divulgada a posse dos Conselheiros e toda comunidade dos RPs que desejam mudar a "cara da profissão" no Brasil, colocando-a no seu devido lugar, serão convidados para um grande debate, com a formulação conjunta de um plano de gestão para o Regional.

Vale a pena aguardar os próximos acontecimentos.


Reportagem deste Blog

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

CONSELHO FEDERAL DE PROFISSIONAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS, TRABALHANDO PELA RECONSTRUÇÃO

Nova gestão do Conferp, trabalha para restabelecer o funcionamento do Regional em Recife

A Presidente do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas, Júlia Furtado, acompanhada da Conselheira Federal e Coordenadora da Comissão Interventora do 5ª Região, Luciana Hagi; estiveram no Recife na quinta feira (25), iniciando o processo de reestruturação do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas - 5ª Região; que representa, além dos profissionais de RP de Pernambuco, os da Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.

Júlia Furtado, Presidente do Conferp
Após o fechamento do Regional no final de 2015, a nova gestão recém empossada, (2016 - 2019), considerou importantíssima a reabertura dos trabalhos do 5ª Região em Recife: "é um trabalho exaustivo e novo, mas vamos cumprir nossa obrigação. Nunca tínhamos nos deparado com uma situação exatamente assim. Todos do Conselho Federal estarão empenhados e resolver esse problema e não vamos deixar os profissionais e estudantes desses estados sem representação oficial", declarou Júlia Furtado, Presidente da Autarquia Federal.

A reunião aconteceu em uma das salas da Faculdade Maurício de Nassau, em Boa Viagem, bairro da Zona Sul do Recife. Estiveram presentes certa de vinte e cinco profissionais; além de três estudantes de RP da Universidade Federal da Paraíba.
A condução foi democrática e com a informalidade que cabia para a ocasião. "não queremos apenas falar. Precisamos ouvir e foi isso que fizemos. Sei exatamente o que sente cada profissional e cada estudante desses, quando passam por um momento de incerteza como o que se instalou aqui", completou Furtado.

A coordenadora da comissão interventora, a Relações Públicas Luciana Hagi, que mora no Estado do Pará, falou da importância do momento e do empenho que está acontecendo entre os Conselheiros Federais para se chegar ao objetivo proposto. "Por entendermos a gravidade do problema, desde que assumimos, em Janeiro deste ano, priorizamos, claro, o 5ª Região. Temos sete regionais para acompanhar e assistir, e faremos isso, pois é nossa obrigação, mas certamente a situação aqui no 5ª Região estava caótica por todos os problemas que ocorreram", Comentou Hagi.

Luciana Hagi, Coordenadora da comissão
e Conselheira do Conferp
Na reunião, com dinâmica, além de democrática e informal, retirou-se um grupo de quatorze profissionais, dispostos a assumir a gestão do 5ª Região e fazê-lo funcionar, dentro do regimento existente. "Vamos nos primeiros meses ficar bem perto deles, para que eles sintam-se seguros, até que possam caminhar e gerir, dentro do princípio e pensamento na categoria como todo", finalizou Hagi

Os novos integrantes que dispuseram-se a assumir o 5ª Região, já se mobilizam para uma primeira reunião que deverá acontecer na próxima semana, quando farão estudo mais aprofundado do regimento, das leis em vigor da categoria e do código de ética. "Agora seremos todos um só. Queremos nosso Conselho Regional funcionando a pleno vapor; fiscalizando e cumprindo suas obrigações. Tenho certeza que cada um dos que hoje sinalizaram desejar participar, fizeram muito mais pelo espírito coletivo e pela vontade de ver funcionar nosso Conselho, do que pelo simples fato de fazer parte diretamente da entidade. É um novo momento que não vamos deixar passar. Não vamos decepcionar o Conferp", declarou Firmo Neto, Relações Públicas, um dos 14 que irão assumir o Regional.

Após a reunião, o Conferp retorna com os nomes dos novos integrantes e a gravação de toda reunião em áudio, quando dará andamento ao processo de reabertura.

VER FOTOS DA REUNIÃO ABAIXO


NOVA EQUIPE DO 5ª Região




Júlia Furtado (esq) e Luciana Hagi - Reuniaõ em Recife, 25 de fev
















Reportagem deste Blog

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

NOVA GESTÃO NA BUSCA DA RECONSTRUÇÃO

A nova gestão do Conferp (Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas), trabalha para a reativação do 5ª Região, que teve suas atividades suspensas 
temporariamente na gestão anterior

A nova gestão do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas começa "arregaçando as mangas" após tomar posse. 
A compreensão dos novos Conselheiros Federais é de que a reestruturação do Conrerp/5ª, que representa além dos profissionais de de Pernambuco, os de Alagoas, Piauí, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, é fator primordial para o restabelecimento dos trabalhos do Sistema Conferp,
A presidente, Julia Gadelha, já iniciou com as atividades e resoluções com vistas em solucionar o problema do Regional que há décadas funcionada em Pernambuco, na cidade do Recife.

No site oficial da Autarquia Federal, constam todas as informações e ações que já foram estabelecidas para a reconstrução e resolução do grave problema.

No final do último ano, após a renúncia coletiva de todos os Conselheiros Regionais do Conrerp 5, a então presidente decidiu por encerrar as atividades em Pernambuco, Sem o Regional ativo, milhares de profissionais não pagaram as anuidades, não puderam votar nem serem votados nas últimas eleições e estão sem representação legal do seu principal órgão de classe.
Em Pernambuco assim como nos estados que o quinta região representa, já há uma mobilização de profissionais interessados em contribuir com o Conferp na recomposição das atividades do Regional.

Todos que desejarem participar e dispuserem de tempo para colaboração, deverão articular-se via Redes Sociais e por outros meios, envolvendo a categoria num grande esforço junto com o Conselho Federal.

Acesse também para conhecer os novos Conselheiros do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas  -  http://www.conferp.org.br/?page_id=6137


Deixamos também este blog disponível para contatos e comentários, assim como suporte para atender aos profissionais interessados em colaborar.


Firmo Neto
Relações Públicas
Conrerp/5ª: 1.527
Jornalista
MTB: 5914/PE

E-mail: firmoneto@yahoo.com.br
Fone Whatsapp: (81) 9.9821-1161

sábado, 30 de janeiro de 2016

POR QUE UM RELAÇÕES PÚBLICAS E UM JORNALISTA?


É muito comum empresários, gestores e empreendedores brasileiros, avaliarem como positivos os trabalhos de suas divisões de comunicação, apenas associando o número de vezes que a empresa ou organização foi veiculada em uma mídia de destaque. Está saindo no jornal local, está com seu diretor maior dando entrevistas de tempos em tempos; pronto; a divisão de comunicação está atuando com eficiência.
Avaliações simplistas assim deixam de considerar vários pontos de fundamental importância. O principal deles, a verificação fácil de perceber que as empresas que mais cresceram na última década, não estiveram constantemente nas expostas nas mídias de massa. Elas têm sim um fluxo de comunicação integrada eficiente, que conta com um trabalho indispensável do Profissional de Relações Públicas, junto com o Jornalista; além do Mercadólogo e o Publicitário.
Evidente que as empresas menores, não podem manter em seus quadros funcionais, profissionais de todas as áreas da comunicação e administração, necessitando muitas vezes de um profissional "generalista", que trabalhe a comunicação de forma eficiente, com conhecimento aprofundado em uma das áreas da comunicação,e conhecimento superficial e genérico das outras habilitações.
É fato que a busca desse profissional não é fácil, mas as Relações Públicas por exemplo, mantém atuante seu Conselho Federal, com suas Regionais, que pode colaborar com a busca de um profissional de comunicação, com as especialidades desejadas, assim como, com as competências que melhor se adequam às necessidades da empresa em questão.
Então, fica a dica para o gestor moderno: avistar as Relações Públicas como elas realmente devem ser avistadas. Não é tempo de amadorismos e as redes sociais estão aí para mostrar o necessário profissionalismo que ser precisa ter no trato com os relacionamentos, cada vez mais próximos e personalizados, função que as Relações Públicas esmiúça aprofundadamente em sua grade acadêmica.
Deixo meus contatos para maiores esclarecimentos;




Firmo Neto
Relações Públicas / Jornalista
Conrerp/5ª 1.527
MTB: 5914/PE
Fone: (81) 9.9821-1161 (TIM) Whatsapp



www.conferp.org.br

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

TEMPOS DE CRISE. HORA CERTA DE INVESTIR NA COISA CERTA

Comum a preocupação de empresários e gestores com as anunciadas crises, que de tempos em tempos toma conta do nosso meio corporativo.
Não há dúvidas que nesses tempos, o primeiro pensamento é "economizar". E não duvida-se. Há muito o que se economizar. Muitas empresas ainda apresentam grandes desperdícios nos seus procedimentos diários, fruto de uma política arraigada nos anos 70, quando não se utilizava os recursos "de baico custo" com fins em promoção de melhoria de imagem institucional.

Oficialmente as Relações Públicas são preparadas para "cuidar" deses momentos, com seus programas e projetos de baixo custo, com resultados incontestes em varias organizações.

Um dos pontos primordiais é saber separar investimento de custo. Aplicação profissional em relacionamento com os clientes criam um clima favorável e afasta a instituição, seja ela de qualquer setor, dos chamados "tempos de crise". A prospecção de novos clientes, baseada na chamada eficiente e correta, com utilização dos meios de comunicação mais eficientes, é um trabalho específico das Relações Públicas, Junto com os jornalismo e a Publicidade e Marketing, deve ser visto como investimento, que em médio prazo, fortalecerá a imagem institucional, colocando a empresa em um outro patamar.

POR QUE NÃO EXISTE CRISE PARA ALGUMAS EMPRESAS?

O fato é um só. Essas empresas que não sentem as crises corporativas e econômicas, mantém um trabalho constante de relacionamento e imprensa; investindo fortemente nessas áreas da gestão.Quando na necessidade de conter custos e economizar, vários outros setores da empresa poderão ser trabalhados, certamente não comprometendo o investimento nas áreas de comunicação integrada.

Antes de imaginar o "corte de gastos", fica assi a dica aos empreendedores e gestores, avaliem bem onde está o maior desperdício e que compreendam que os chamados "custos" em investimentos em bons profissionais de comunicação e gestão, são investimentos, que trazem retorno efetivos a médio prazo.

Fica meu contato para esclarecimentos.



Firmo Neto
Relações Públicas e Jornalista
Conrerp/5ª: 1.527
MTB: 5914/PE
Gestor
Fone: (81) 9.9821-1161

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

VANTAGENS DE UMA CONSULTORIA EM RELAÇÕES PÚBLICAS E JORNALISMO

Fala-se muito em vantagens e desvantagens de contratar-se uma consultoria nas áreas de comunicação social; especialmente Relações Públicas e Jornalismo.
As literaturas e os dados fornecidos por empresas que cultivaram esse procedimento, mostram a grande eficiência em se ter profissionais especializados no comando de áreas tão importantes para promoção de uma boa imagem, assim, para a manutenção de uma imagem corporativa próspera e saudável.
O final é sempre um retorno inconteste na maior conquista e fidelização dos clientes internos e na forma como a imagem institucional é vista por toda sociedade.

Não é difícil verificar em dados empresariais os grandes avanços a médio prazo que se pode ter com um trabalho de profissionais de nível superior tratando a comunicação de forma integrada.

Os meios são úteis para empresas de qualquer setor da economia. Desde consultórios médicos, até grandes corporações multinacionais, colégios e escolas, faculdades e empresas de menor porte; tanto do setor privado como público e ate mesmo empresas do terceiro setor.

O profissionais qualificado para tal atividade, registrado nos conselhos regionais de suas categorias, garantem a eficiência dos trabalhos, promovendo o que há de mais essencial nos trabalhos de comunicação na atualidade, que é a integração da comunicação social, com avaliações realistas e encaminhamentos indispensáveis.

O consultor, seja ele interno ou externo, avalia toos os fluxos de comunicação modernos, tais como facebook, whatsapp, além de youtube e twitter; inserindo a abertura de um diálogo constante com clientes e clientes em potencial.

A criação de atrativos, baseada na promoção de interatividade de custo baixo, torna amplificada o interesse dos usuários da rede mundial de computadores e mantém a instituição ativa e vida diariamente, com inserções inclusive nos meios jornalísticos da gestão da empresa.

Cabe atenção ao empresário gestor, de verificar as necessidades de investimentos nessa importante área, que não são abertas pelas empresas que ocupam o topo das melhores empresas para se trabalhar, co faturamentos multiplicados em poucos anos de atuação profissional.





terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A CONSULTORIA EM RELAÇÕES PÚBLICAS

Um grande erro de empreendedores e empresários é enxergar a comunicação apenas baseada nos resultados jornalísticos e publicidade. Sem desmerecer em ada suas essencialidades, o caminho mais curto para o sucesso profissional, passa, sem dúvidas pelos trabalhos de relacionamentos corporativos, dentro da comunicação social, feito exclusivamente pelo profissional de Relações Públicas.



Na segunda metade da primeira década no novo milênio, ainda nos deparamos com empresas e seus gestores que desconhecem o trabalho e os alcances positivos que as Relações Públicas profissionalmente trabalhadas podem trazer para organizações modernas.
Junto à Publicidade e ao Jornalismo, as Relações Públicas despontam como atividade essencial para se obter ou permanecer com um "lugar ao sol".

Em tempos de crise, não é fácil manter no quadro de funcionários uma equipe de profissionais de Relações Públicas, ou RP, como também é conhecido. Um bom caminho é a contratação temporária, através de Consultoria, de um, ou uma equipe de profissionais devidamente habilitados em Relações Públicas, para a construção de um plano de comunicação estratégico, levando em conta todas as necessidades e características da empresa em questão.



O trabalho profissional do RP vai além da construção de espaços ou campanhas publicitárias ou da produção de matérias jornalísticas; facilitando os caminhos para as outras duas especialidades, na construção de um plano de comunicação integrado; através do uso de ferramentas de relacionamento corporativo.

Se você é empresário ou gestor e encontra-se na dúvida quanto a importância do trabalho do profissional de RP, ou mesmo indeciso em tê-los em seu quadro funcional ou como consultor temporários, vale chamar atenção para as necessidades de atualização do mundo organizacional moderno, que há tempos já consagrou esse profissional como "vital" para os relacionamentos das organizações públicas e provadas do mundo inteiro.

CONTRATE UM RELAÇÕES PÚBLICAS, FORMADO E REGISTRADO NO CONSELHO REGIONAL DA CATEGORIA.



Texto:
Firmo Neto
Relações Públicas e Jornalista
Conrerp/5ª: 1.527
MTB: 5014/PE


quarta-feira, 29 de julho de 2015

CONSELHO FEDERAL DE PROFISSIONAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS DECIDE POR SUSPENDER AS ATIVIDADES DO REGIONAL DE PERNAMBUCO

O Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas, decidiu, após levantamento feito por funcionários da Autarquia Federal, pela suspensão temporária das atividades do Conrerp 5ª Região, que há décadas funcionava no Recife. 

Segundo a presidente do Conferp, Andréia Silveira Athaydes, o Conferp não se está fechando o Conselho Regional, mas sim, suspendendo as atividades temporariamente aqui no Recife. "Não estamos fechando o Conrerp 5ª Região. Estamos fechando as instalações físicas e levando todo material para Brasília, onde será feito todo um levantamento da situação e de onde ele ficará funcionando temporariamente", declarou Andréia Athaydes.


Após a renuncia da atual diretoria, o Conferp, de forma responsável e proativa, enviou uma pequena comissão de funcionários, para levantar a situação no Regional, que funcionava no Recife, na Galeria Derby Center, bairro do Derby. Após o levantamento, constatou-se a inviabilidade financeira para manutenção de uma Sede do Regional aqui em Pernambuco.

Firmo Neto, profissional de Relações Públicas e militante da área no Recife, compreende a posição do Conferp, mas lamenta o ocorrido. "Estou entristecido, mas isso é reflexo da pouca participação dos profissionais daqui. Temos que aprender a nos apontar e nos culpar. Não há como se gerir nada sem dinheiro, em qualquer lugar do mundo. Como a grande maioria dos colegas não se registram nem pagam suas anuidades, o nosso Regional fica sem dinheiro para se manter", relatou Neto.  


Agora, os profissionais de Relações Públicas do Recife, organizam uma comissão de profissionais e estudantes, para promoverem, com a ajuda do Federal em Brasília, uma grande campanha de registro e amor pela profissão, com vistas em reinstalar o Conselho aqui. "A Presidente Andréia nos garantiu que temos como restaurar as atividades do Conselho aqui e que o processo eleitoral vai ocorrer. Então, mais uma vez, faço esse apelo aos colegas, para nos procurarem , para que possamos fazer um cadastramento desse grupo. Vamos confiar na nossa Presidente e posicionar nossa linda profissão no lugar que ela merece", completou Firmo Neto.


Já existe um grupo de profissionais envolvidos no restabelecimento do Conselho no Recife, e qualquer profissional que desejar se engajar, pode falar através do whatsapp: 99821-1161. O grupo deverá se reunir quinzenalmente a princípio.


REPORTAGEM BLOG FIRMO NETO

terça-feira, 28 de julho de 2015

RELAÇÕES PÚBLICAS DE PERNAMBUCO UNIDOS PELO CONSELHO REGIONAL DA CATEGORIA

Após a renúncia da direção do Conselho Regional dos Profissionais de Relações Públicas, 5ª Região, profissionais de RP unem-se para persuadir junto ao Conselho Federal, pela permanência da Autarquia Federal no Recife.

Em reunião realizada segunda feira (27), na Livraria Cultura, Relações Públicas estão dispostos a assumirem a direção do Conrerp/5ª, em virtude da renúncia da direção atual.

Por motivos pessoais, declarados em "carta aberta" publicada no site da instituição, a diretoria atual do Conrerp/5ª optou pela renúncia coletiva, deixando a entendida sem representação nos estados representados pelo regional.

De pronto o Conselho Federal, (Conferp), enviou ao Recife uma comissão, para analisar a situação e tomar as medidas cabíveis para o caso. Preocupados com a situação, um grupo de profissionais representados pelo 5ª região, marcaram reunião e decidiram apoiar o Conferp, se necessário assumindo o Conselho provisoriamente, até as eleições do Sistema que ocorrerão no final do ano. "Temos todo interesse em permanecer com nosso Conselho em Pernambuco e sabemos que Pernambuco tem profissionais competentes e dedicados, que poderão prestar grande serviço à nosso órgão representativo", relatou o Relações Públicas, Firmo Neto.

Antes mesmo da decisão do Conferp, que trabalha hoje e amanhã para inventariar o regional, os RPs do Recife já se mostram empolgados em fazer uma gestão democrática e participativa, frente a entidade. "Somos os principais interessados no bom funcionamento do nosso regional. O Conferp, através da Presidente Andréia, mostrou-se preocupado com os últimos acontecimentos e de imediato enviou uma comitiva. Estamos certos que teremos a chance de mostrar que somos capazes de gerir nossa profissão com responsabilidade, ética e democracia", completou Neto.

Um comunicado deverá sair em breve, com os resultados e a decisão do Conferp, que trabalha na tentativa de restabelecer a legitimidade da Autarquia Federal que aqui é representada pelo 5ª Região. Ete blog acompanhará e informará aos RPs do Recife.

Os Relações Públicas interessados em contribuir, deverão fazer contato pelo fone: (81) 99821-1161 (tim), quando de mediato farão parte de um grupo no whatsapp que discute o assunto.


Reportagem Blog

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

COM MUITA ENERGIA, RPs DO RECIFE PROMOVEM ENCONTRO

Recife, 9 de dezembro de 2014.

No histórico prédio da Escola Superior de Relações Públicas de Pernambuco, pioneira no oferecimento do curso de Relações Públicas no país, profissionais e estudantes se reuniram e conversaram sobre a profissão; que completa 100 anos no Brasil.

Em conversa informal, no último dia 6 de dezembro, profissionais e estudantes de RP de Pernambuco reuniram-se, em comemoração aos 100 anos da profissão, com o objetivo de oficializar o Grupo de Encontro Permanente de Relações Públicas (GEPRP), através do qual vários eventos e atividades serão criadas em 2015. Na pauta do encontro, a comemoração dos 100 anos, discussão sobre a proposta de flexibilização da profissão, lançada pelo Conferp e a oficialização do GEPRP.

Da esquerda p/ direita: Cynthia, Juliana, Carmem, Humberto, Firmo,
Vilma, Adriana, Isaac e Thiago
Entre os presentes, o RP Firmo Neto, deste blog, comentou a atividade: "claro que não tivemos a adesão que esperávamos. Ainda falta muito para chegarmos onde precisamos para ter uma profissão realmente reconhecida como ela merece. Mas, o pequeno público seleto de profissionais jovens e mais experientes, nos dará uma boa base para iniciar os trabalhos do GEPRP em 2015". E complementou: "já marcamos a reunião de janeiro, QUE SERÁ NO DIA 17, quando outros se integrarão e daremos assim início aos trabalhos que são propostos como objetivos do Grupo.

Na reunião do dia 17 de janeiro, algumas pautas já estão surgindo e sendo recebidas pelos primeiros associados do Grupo. "É um grupo aberto e democrático que pretende de todas as formas possíveis contribuir para as Relações Públicas. Todos são convidados a participar e fazer uso do espaço em prol da nossa profissão. Não há profissão forte sem união e dedicação", mencionou Isaac Júnior, um dos idealizadores do Grupo.

Estiveram presentes e já são sócios fundadores do GEPRP, além dos RPs Firmo Neto e Isaac Júnior; os estudantes: Thiago Dellon; Carmen Lúcia; Cynthia Santana e Juliana Guimarães; e os RPs: Humberto Francisco BarbosaVilma Fonseca e Adriana Siqueira.

VEJA ABAIXO ALGUMAS FOTOS DO EVENTO.


Reportagem Blog Firmo Neto.
Estudante de RP Cynthia


Humberto (RP)
Estudante de RP Carmem

Estudante de RP Juliana


Estudante de RP Thiago

As Profissionais de RP Vilma e Adriana
Da esquerda para direita: Vilma, Adriana, Isaac, Juliana e Cynthia


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

REGIMENTO DO GEPRP

ainda não aprovado - sujeito a análise dos associados

REGIMENTO EM VIGOR
DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS
Art. 1. O GRUPO DE ENCONTRO PERMANENTE DE RELAÇÕES PÚBLICAS (GEPRP) é uma entidade civil, sem fins econômicos, de duração por tempo indeterminado, com foro na cidade do Recife, sem sede ou patrimônio físico. Surgiu do interesse de um grupo de Bacharéis em Relações Públicas, de manter reunida a categoria profissional, colaborando com os órgãos de classe dos Relações Públicas; com o desenvolvimento, a valorização e o reconhecimento social da profissão no Brasil.
DOS OBJETIVOS
Art. 2. O GRUPO DE ENCONTRO PERMANENTE DE RELAÇÕES PÚBLICAS tem por objetivo principal manter encontros periódicos de profissionais e estudantes de Relações Públicas, seja de Pernambuco ou de qualquer Estado da federação.
Ar. 3. Como objetivos específicos, o O GRUPO DE ENCONTRO PERMANENTE DE RELAÇÕES PÚBLICAS (GEPRP), destaca e almeja:
a. Promover a união dos profissionais e estudantes de RP;;
b. Incentivar e promover o estudo e a leitura técnica da área;
c. Promover eventos técnicos e sociais, sempre a caminho do reconhecimento social da profissão de Relações Públicas;
d. Promover o corporativismo saudável entre profissionais e estudantes de Relações Públicas;
e. Promover o estudo e o cumprimento do código de ética e conduta da profissão;
f. Promover a legalidade profissional, com a exigência a médio prazo do Registro Profissional de todos os membros;
g. Criar debates, seminários, congressos, mesas redondas, etc; com o objetivo final de promoção e divulgação da profissão entre os empresários, empregadores e sociedade;
h. Estabelecer diálogos com empresas, meios de comunicação, entidades; sempre em defesa da profissão de relações Públicas.
DOS PARTICIPATES (ASSOCIADOS) E MEMBROS DO GRUPO E DAS REUNIÕES
Ar.  4. O grupo destina-se exclusivamente aos Relações Públicas.  Poderá fazer parte do Grupo de Encontro Permanente de Profissionais de Relações Públicas, qualquer profissional graduado em Relações Públicas ou estudante regular da área. Todos os membros do Grupo terão os mesmos direitos e deveres; não havendo privilégio algum à qualquer profissional ou estudante; nem a membros dirigentes. Profissionais de outras áreas do conhecimento, poderão ser participantes de alguma reunião como convidados, mas não fará parte do Grupo de Encontro Permanente de Relações Públicas.
 Art. 5. A mesa coordenadora deverá promover o mínimo de 12 reuniões ordinárias no ano; assim como criar pautas atrativas e condizentes com os OBJETIVOS do Grupo. O número de reuniões extraordinárias fica a critério da mesa coordenadora e dos membros associados do Grupo. A proposta poderá partir de 24 reuniões anuais, sendo 12 ordinárias e 12 extraordinárias.
DA CONDUÇÃO DOS TRABALHOS E DA MESA COORDENADORA DO GRUPO
Ar. 6. Como forma de normatização e funcionamento do Grupo de Encontro Permanente de Relações Públicas; será eleita em assembleia oficial destinada a esse fim, uma diretoria composta de cinco (5) membros, devendo necessariamente conter um membro estudante; que deverão passar 12 meses dirigindo o Grupo; sem a possibilidade de reeleição. O GEPRP pretende implementar uma visão inovadora e democrática em sua constituição, estimulando a rotatividade de dirigentes no menor tempo possível. Os cargos serão: Coordenador Geral; Coordenador de Relações Públicas; Coordenador de Fiscalização; Coordenador de Pautas e Eventos; Coordenador de Finanças e Prestação de Contas.
DAS ELEIÇÕES E CANDIDATURAS
Art. 7. Exceto o atual coordenador, qualquer membro, (profissional formado e Registrado no Conselho Regional da Categoria), poderá candidatar-se. Não será permitida candidatura de Estudantes nem de profissionais não registrados. A mesa coordenadora poderá ser composta por profissionais e estudantes não registrados até dezembro de 2015. A partir de 2016, apenas registrados, (no caso do estudante será exigido o registro provisório), poderá compor a mesa de coordenação do Grupo de Encontro Permanente de Relações Públicas.
Art. 8. Deverá a mesa diretora, no 9º mês de seu mandato, comunicar das eleições, devendo acolher as candidaturas, ficando o Coordenador a cargo da organização (JÁ QUE NÃO PODERAR SER CANDIDATO). Qualquer membro da mesa coordenadora que se candidatar deverá deixar a mesa no 10º mês, convidando um “não candidato” para assumir a composição da mesa coordenadora em seu lugar.
DAS DECISÕES, PAUTAS E NÚMERO DE ASSOCIADOS PARA ATIVIDADES
Art. 9. Todas as decisões serão tomadas de forma democrática, (por maioria simples); cabendo a cada membro (um voto), independente da posição ocupada na sociedade ou no grupo. Qualquer membro do GEPRP poderá propor pautas, agendas, reuniões, eventos e assuntos à debate, cabendo a mesa coordenadora acatar e dispor à votação a aprovação de qualquer item solicitado.
Art. 10. Para qualquer reunião do Grupo de Encontro Permanente de Relações Públicas, de caráter ordinário, três membros da mesa coordenadora deverão fazer-se presentes. Para qualquer reunião do grupo, de caráter extraordinário, um membro da mesa coordenadora, (não podendo ser o estudante) deverá se fazer presente. Todas as reuniões deverão ser registradas em livro de ata, sob a responsabilidades do membro da mesa coordenadora presente.
 DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS
Art. 11. A validade deste documento será dada por um profissional de Relações Públicas, devidamente registrado, membro do Grupo, podendo ser o primeiro Coordenador do Grupo; bastando, com testemunhas, carimbar com seu número de registro profissional e assinar todas as páginas deste.
Art. 12. Deverá conter em anexo lista original de assinaturas de participantes da primeira reunião de oficialização do Grupo; quando todos os constantes nessa lista anexa são considerados FUNDADORES do Grupo de encontro Permanente de Relações Públicas, e gozarão dos privilégios de Fundadores, quando se fizer necessário.
Art. 13. Poderão ser solicitadas contribuições monetárias dos membros do Grupo, com fins único e exclusivo, no investimento do bem estar do Grupo de Encontro Permanente de Relações Públicas.
Art. 14. Deverá ser providenciada “carteirinhas” ou documento de identificação de membro do Grupo de Encontro Permanente de Relações Públicas.

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Profissional de Relações Públicas Registrado

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

RELAÇÕES PÚBLICAS DO BRASIL UNIDOS CONTRA A "FLEXIBILIZAÇÃO"

Recife,17 de novembro de 2014.

A campanha lançada nas redes sociais contra a flexibilização da profissão de relações públicas ganha cada vez mais adeptos e simpatizantes. Consulta oficial aos profissionais deverá acontecer em 2015.


Iniciou-se em novembro mais uma vez o debate sobre a flexibilização da profissão de Relações Públicas no Brasil. Segundo documentos disponibilizados pelo Conselho Federal da Categoria no seu site oficial, a flexibilização trata diretamente da permissão à outros profissionais de ocuparem atividades que atualmente são exclusivas para graduados em comunicação social/relações públicas.

O Conferp, há tempos declarou-se a favor da flexibilização, alegando ser uma "modernização necessária da lei 5.377, tendo em vista mudanças de tecnologias e de mercado". Outro argumento exposto pelos que apoiam a "abertura da profissão" é o fato de vários países da Europa não terem leis específicas para regulamentar as RPs.


DIGA NÃO

Os argumentos são freneticamente rebatidos para o grupo CONTRA a abertura; segundo o qual, muitos dos países que não têm uma lei que regulamente a profissão, está lutando para ter. Outro ponto é a alegação de que a flexibilização foi proposta por protecionismo desnecessário à jornalistas, publicitários e profissionais de outras áreas, que há tempos ocupam funções de RP, ilegalmente.

Também é defendido pelo grupo que é contra, o fato de várias profissões estarem requisitando suas regulamentações no Congresso Nacional, com todas as suas áreas de atuação e restrição do mercado exclusivamente para graduados em suas respectivas áreas.

Distante dos holofotes, profissionais e estudantes ainda assistem ao debate de forma apática, como se não representasse um passo crucial para o destino da profissão no Brasil. "Esperamos que cada vez mais profissionais entrem nessa discussão e tomem o lado lógico de ser CONTRA esse absurdo que é essa tentativa de "abrir" a profissão. Não há argumento para isso. Na minha humilde opinião, e eu a darei onde quer que eu vá, a flexibilização vai determinar o fim do pouco que ainda nos resta como profissão. Hoje podemos pelo menos ainda dizer que temos uma lei e atividades que só nós, graduados em RP, temos o direito legal de exercer. Com a flexibilização isso também acaba". Aformou Firmo Neto, deste blog.

Entre os profissionais que encabeçam a campanha contra a flexibilização, colhemos algumas citações e frases, para as quais fomos autorizados não citar os nomes: "Flexibilizar é levantar a bandeira de derrotados antes de lutar. Sabemos das dificuldades dos Conselhos, mas não é o caso de abrir a profissão para outros profissionais",

"Flexibilizar a profissão de RP é dizer que você não precisa de formar em Relações Públicas para exercer a profissão",

"Um absurdo que vai acarretar na nossa desregulamentação completa"

"Profissões tentam cada vez mais fechar seus campos de atuação, garantindo que sejam ocupadas apenas por graduados nas suas áreas, e as RPs querem jogar isso fora. É uma insanidade".

"Não existe profissão sem determinação de reserva de mercado para a qual só graduados especificamente na área podem ocupar".

"Espero que eles depois assumam o que estão fazendo e se responsabilizem pela barbaridade, quando andam na contramão de todas as lógicas".

"Depois da "abertura", qual será o sentido fazer RP no Brasil? Melhor fazer publicidade ou jornalismo, depois uma pós de um ano, e se tornar também RP. Será o fim dos cursos de vez. Será o fim da profissão. Melhor fazer duas pelo preço de uma, não é não?"

A campanha que ganha "corpo" nas redes sociais, mas deverá se massificar ao "contato físico", sempre com respeito ao colega, debate franco e democrático.

O Conselho Federal (CONFERP), já se comprometeu a ouvir todos os atores e o maior número possível de profissionais do Brasil, assim como de realizar a consulta aos profissionais, no estilo "eleições".



Reportagem Blog Relações Públicas por Firmo Neto 


terça-feira, 4 de novembro de 2014

FLEXIBILIZAR NÃO É A SAÍDA!

Recife, 4 de novembro de 2014


Trazendo mais uma vez o já cansativo assunto "flexibilização da profissão de relações públicas" para pauta, encaminho mais uma vez minha opinião sobre o assunto.

Particularmente, muito me espanta ver grandes nomes das RPs terem
tanta pertinácia na tentativa de "abrir" a profissão de Relações Públicas para outros profissionais. Interessante é que nem esses "outros" profissionais não estão nem pedindo isso. É mesmo uma vontade de parte dos nossos grandes mestres e doutores. Uma incompreensível vontade de entregar a única coisa que temos.

Quero imaginar que em nível de doutorado e de pós-doutorado, profissionais partem definitivamente para área de pesquisa (acadêmica), de estudos aprofundados nos campos pelos quais defenderam suas teses e TCCs; tornando-os naturalmente mais afastados e menos dependentes de suas graduações oriundas.

Penso que a discussão "flexibilização" não pode ser dá sem a participação de estudantes e recém-graduados; que são, teoricamente, os mais dependentes da graduação que concluem.

Outro ponto que venho aguardando resposta dos colegas que defendem a "flexibilização" é: qual a vantagem? Quais os benefícios para uma profissão tão bonita, mas que já enfrenta as conhecidas dificuldades, abrir seu campo de atuação?

Ninguém consegue me responder. .... Falam em modernização, em avanço da tecnologia. Em comparações com a grande maioria dos países que não têm uma legislação específica para Relações Públicas........ Mas esquecem de verificar que muitos países vêm tentando oficializar uma regulamentação específica para profissão e não conseguem. Pelo que verifiquei, (mas adianto que não fiz uma pesquisa no assunto), foi que alguns países citam inclusive o Brasil como exemplo; por ele ser um país que tem uma regulamentação e uma reserva de mercado para as RPs. Ou seja, vamos entregar o que temos?

Eu não sei o que será dito para o jovem que acabou de passar no vestibular para RP. O que devemos dizer? ..... Seja bem vindo? ... Ou devemos dizer: "mude o seu curso para jornalismo. Depois você faz uma pós e poderá ser também Relações Públicas"!. ..... É isso?

Venho lendo, debatendo e conversando com muitos colegas.

Alguns a favor da famigerada "flexibilização" dizem que a lei é muito complexa e que é necessária uma atualização ou uma modernização. Imediatamente pegamos a "nova lei", que tenta revogar a nossa 5.377/67. Facilmente verifica-se que poucas mudanças foram feitas em relação ao fato dela ser genérica e desatualizada. A grande mudança feita foi justamente "entregar" a nossa profissão e nossa reserva de mercado para outros profissionais. Flexibilizar é o "começo do fim". Com a flexibilização, não há mais nenhum motivo para um jovem cursar Relações Públicas. Por que eu orientaria meu filho a fazer Relações Públicas, se posso aconselhá-lo a fazer outro curso superior, e se em algum momento da vida ele precisar das Relações Públicas, ele comprova sua atuação, faz uma prova no Conselho e torna-se RP da mesma forma?

Quero ainda acreditar que conseguiremos através do debate aberto e democrático, fazer os colegas que são a favor da abertura, entenderem que abrir é enterrar e jogar a última pá de concreto.

Como não é justo criticar e não deixar uma sugestão, segue a minha e a de alguns colegas RPs amigos:

Lei é lei. A nossa existe e vamos fazer cumprir. Podemos, mediante fiscalização, exigir o cumprimento forçado da lei em vigor. Ou seja, dentro dos critérios legais e determinados pelo Conferp, podemos intensificar as fiscalizações, através da nomeação em todo Brasil, dentro de suas Regionais, de profissionais que se apresentariam como "voluntários" para serem nomeados como Fiscais. Estou certo que rapidamente a gente chamaria especial atenção para nossa profissão.
Agora, se a proposta é preservar amigos que estão exercendo  a profissão "ilegalmente", por eles serem bons amigos, ou mesmo bons RPs, aí não compactuo com ela.

(o texto acima é uma opinião pessoal - pode e deve ser recusada, não aceita ou mesmo rebatida, dentro dos limites lógicos da educação esperada por RPs   -   o autor)


Firmo Neto
Relações Públicas
Conrerp/5ª: 1.27




segunda-feira, 3 de novembro de 2014

BLOGUEIROS DEBATEM SOBRE A FLEXIBILIZAÇÃO DA PROFISSÃO DE RELAÇÕES PÚBLICAS!

Recife, 3 de novembro de 2014.


Presidente do Conferp, Andreia Athaydes, promove empolgante debate sobre a flexibilização da profissão de Relações Públicas no Brasil.

Andreia Athaydes, Presidente do Conferp
Em reunião por vídeo conferência realizada no último domingo (02), a Presidente do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas, Andreia Athaydes, reuniu blogueiros e ativistas das Relações Públicas de todo Brasil para um democrático debate sobre a flexibilização da profissão.

Por duas horas os profissionais debateram, sob coordenação de Athaydes, os principais pontos sobre a "abertura" da profissão para outros profissionais e para especialistas, MBAs, mestres e doutores.

As posições ainda parecem divergentes, mas a existência do debate franco e respeitoso parece ser a melhor saída. Entre opiniões contrárias e favoráveis à flexibilização, o debate foi "abastecido" pelas explicações da Presidente, que melhor norteou os andamentos da proposta, ouvindo a posição dos RPs.

"Muito bom ter participado do debate. Melhor ainda ter encontrado mesmo "virtualmente" os grandes profissionais que estão produzindo coisas sobre as RPs e ajudando a que outros conheçam e reconheçam a profissão. Sobre a flexibilização, pessoalmente e atualmente sou contrário; mas agora, com o debate aberto promovido pela nossa Presidente, novos nortes se abrirão.", comentou Firmo Neto, deste blog.

Em Pernambuco, os profissionais deverão autonomamente se reunir para formular uma opinião mais efetiva, quando pensam em elaborar documento, que será então encaminhado para o Conferp e para os outros blogueiros do Brasil.


Reportagem Relações Públicas por Firmo Neto.


terça-feira, 21 de outubro de 2014

ADIADO PARA 2015 O I CONGRESSO PERNAMBUCANO DE RELAÇÕES PÚBLICAS

Recife, 20 de outubro de 2014

Em conversa realizada na última segunda feira (20), a comissão organizadora do I Congresso Pernambucano de Profissionais e Estudantes de Relações Públicas, achou por bem adiar a realização do Congresso para o próximo ano.

Os componentes da comissão avaliaram vários pontos até chegar a decisão do adiamento. Um deles foi a dificuldade de se encontrar um espeço compatível. "A dificuldade é muito grande. Como buscávamos um lugar cedido gratuitamente, as Instituições e Empresas têm dificuldade em se comprometer com as datas que necessitávamos. Tentamos várias Empresas e Órgãos, mas não conseguimos a contento. Foi meramente uma questão técnica e operacional", comentou o Relações Públicas Firmo Neto.


Membros da comissão ainda desejam realizar um encontro no dia 6 de dezembro, (Dia em que aconteceria o Congresso), como uma grande confraternização entre os profissionais e estudantes de Pernambuco. O encontro terá como pauda a reestruturação do GEPRP, que é o Grupo de Encontro Permanente de Relações Públicas; os preparativos para o Congresso e as palestras dos Órgãos de Classe da profissão; Conselho Regional e Sindicato.

O RP Firmo Neto frisou que será um dia dedicado às Relações Públicas. "Esperamos contar com todos que se manifestaram com interesse no Congresso. Não vamos parar, apenas, estrategicamente dar uns passos atrás para depois seguirmos adiante", indagou.

Os detalhes desse encontro deverá ser divulgado até o final desta semana.



Reportagem Relações Públicas



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

"O PRIMEIRO PASSO PARA MELHORAR É RECONHECER"

Recife, 13 de outubro de 2014.


O blog Relações Públicas por Firmo Neto traz nesta pequena entrevista esclarecimentos importantes sobre comentários surgidos nas redes sociais sobre as nítidas dificuldades da profissão de Relações Públicas, principalmente no Brasil.

Mais uma vez, a forma considerada mais eficiente de solicitar os esclarecimentos, foi entrevistar Firmo Neto; Relações Públicas do Crea Pernambuco; ex Mestre de Cerimônias e Diretor de Relações Públicas da Prefeitura do Recife.


Reportagem: Por que estão dizendo que o senhor "deprecia" a profissão, falando mal dela?

Firmo Neto: Falta de informação e de análise do que realmente está sendo dito por mim. Não há nada disso. Tudo interpretação errada e mal feia. É uma coisa facílima de se verificar. Basta ver o que escrevo e digo. Amo minha profissão e é dela que vivo até hoje. Jamais daria um "tiro no pé" desses. O fato é que não acho certo "enganar" as pessoas, ou tentar passar uma coisa que não existe sobre a profissão. Eu estou bem, empregado e trabalhando na área. Mas imagino que sou minoria. Os Relações Públicas precisam urgentemente de um reconhecimento da sociedade, dos empresários, dos profissionais de outras categorias profissionais, dos RHs, etc. Não acho que iremos conquistar isso fingindo que está tudo bem.

Reportagem,: Vejo que o sr. ficou inclusive irritado com alguns posicionamentos de colegas.

Firmo Neto: Claro. Um absurdo o que alguns colegas fizeram. O pior é que fazem isso sem debate, sem buscar um diálogo, um esclarecimento. Apenas te julgam e pronto. .. Comigo não adianta. Vou continuar chamando atenção dos RPs sobre o absurdo que é a flexibilização, sobre o absurdo que é dizer que "para o bom profissional não falta emprego".

Reportagem: Porque é um absurdo dizer que para o bom profissional não falta emprego?

Firmo Neto: Eu responderia isso fazendo outra pergunta. ... E para o mau profissional? Isso é uma citação típica de fraqueza, na minha opinião. Por mim tudo bem. Sou RP e sempre trabalhei com RP, direta ou indiretamente. ... Então sou bom profissional e os outros colegas que não encontram emprego são maus profissionais? É isso? .... Infelizmente eu não vejo assim. Vejo um mercado de trabalho que não identifica a necessidade de ter profissionais de Relações Públicas.

Reportagem: E de quem é a culpa?

Firmo Neto / Relações Públicas
Firmo Neto: Grande parte dos próprios profissionais não leem, não estudam sobre a área, não se atualizam. (claro que não estou falando de todos). .... Certa vez um colega empresário me pediu para eu indicar um colega RP para ele entrevistar para uma oportunidade de emprego. Indiquei uma grande amiga e boa RP, formada há 5 anos, com alguma experiência. A entrevista seria em uma sexta feira às 8h da manhã. Na mesma sexta, 8h e 15 minutos, ele me liga e me pede para mandar outro amigo ou amiga. Eu indaguei perguntando o que tinha havido! Ele me respondeu que desistiu de entrevistar a colega quando perguntou (se ela tinha lido os jornais de hoje ou ouvido ou visto na internet os noticiários). Ela respondeu que "não". E ele dispensou e cancelou a entrevista. E ele complementou: "você acha que eu vou entrevistar RP que não sabe nem as manchetes do dia dos noticiários?". .....  Achei radicalismo dele, mas ele está errado? ... Não, não está! Pode ser um grau de exigência radical, mas ele não está errado. ... Não estou dizendo que todos os RPs não estudam ou não se atualizam, mas é um problema da categoria no geral, eu acho. ... Por exemplo: eu várias vezes indaguei nas grandes livrarias do Recife sobre a pouca ou quase nenhuma aparição dos livros diretos sobre Relações Públicas nas prateleiras. Por mais de uma vez o funcionário da livraria me respondeu que não tem os títulos de RP porque não vende. ..... Me senti ofendido, mas tive que entender que é a verdade. .... É uma realidade que tem que mudar. .... Não dá pra ficar falando que está tudo bem com a profissão. Relações Públicas trabalha com a verdade absoluta. Assumimos nossas fraquezas e partimos para melhorar e mudar. Não dá pra ficar discutindo mídias sociais, comunicação interna, etc..etc. e nossas funções ficarem ocupadas por outros profissionais.

Reportagem: Então o sr. se considera mal interpretado?

Firmo Neto; Claro. Claro que sim. Ninguém me procurou pra discutir nada. Apenas tiraram conclusões sem ao menos batermos um papo comigo ou sem ao menos lerem o que escrevo publicamente. Quando falo aqui, estou falando para RPs. Não tenho a prepotência de achar que meu Blog está sendo visitado por profissionais de outras áreas. A grande maioria são RPs.... Vou ficar escondendo problemas e deficiências da categoria para própria categoria? ..... A partir do momento que tudo está bem, nada precisa mudar. ..... Não vou mesmo. Não tem ninguém no Brasil mais corporativista do que eu. Jamais falo mal de algum colega RP. Ele sempre vai ser respeitado por mim, primeiro por ser um cidadão ou uma cidadã; depois por ser Relações Públicas. ..... É assim que são as grandes profissões em termos de reconhecimento social, ou não? .... Sou a favor do corporativismo responsável e honesto entre os profissionais. Sempre elogio todos e todos os trabalhos de RP realizados em todo Brasil. Mas sobre a situação da profissão, não vou ficar dizendo que está tudo bem para os próprios RPs. Há tempos não vou ao Sudeste, mas pelo que me dizem a situação é semelhante.

Reportagem: E sobre o Registro Profissional?

Ele é obrigatório e ponto final. Todas as profissões reconhecidas e de valor para sociedade, tem um Conselho forte cuidando dela. O problema é que a pessoa quer discutir Relações Públicas comigo, quando nem registrado é. E o pior: muitas vezes ele exerce a profissão. Se um médico for exercer a medicina sem a Carteira de "médico" e seu registro em dia, ele vai preso e é punido pelo Conselho deles. É lei. Não tem que discutir. O exercício profissional de uma profissão regulamentada só é possível mediante seu registro no Conselho Regional de sua categoria. E ponto final. ... Fora disso é crime. .... Claro que é o caso de tolerarmos muitas coisas e de até entendermos alguns profissionais. Mas, pelo menos tem que haver boa vontade desse profissional em se regularizar. ..... O problema é que acham que RP é de todo mundo e na minha visão e pela lei, não é. RP exercer as funções de RP é necessário ter cursado Faculdade de Comunicação Social, com Habilitação em RP e ter seu registro profissional. Quem prega o contrário disso, está pregando contra a profissão. Ao mesmo tempo temos que entender que é uma profissão ainda jovem, que precisa ser melhor informada e comunicada. ... É um assunto longo. ...... Sou bem tolerante em relação a isso. Não acho que tenha que haver radicalismo. É convocar a categoria a se registrar. Falar da importância e fiscalizar o exercício profissional. ... O resto anda sozinho, pois a profissão é linda e completa, além de indispensável para o Brasil.

Reportagem: O sr. tem falado bem dos trabalhos dos RPs nas mídias sociais. São mesmo trabalhos bem feitos na sua opinião?

Firmo Neto: Na minha opinião sim. Por exemplo, o VersátilRP, um site de notícias/mídia; vem fazendo um excelente trabalho. Venho acompanhando e gosto muito. Esse tipo de trabalho tem que ser feito. Eu, com meu humilde blog e outros vários colegas do Brasil estamos lutando pelas mesmas coisas. .... Vejam todas as matérias do meu blog ou as coisas que escrevo em revistas e jornais! Nenhuma fala mal das RPs, claro. Eu não sou louco. .... Poucas são direcionadas para os problemas graves que a profissão enfrenta. .... Quando a linha é falar dos problemas, aí eu não engano ninguém. Falo o que acho e o que vejo. ..... O pessoal do VersátilRP mesmo, fez uma entrevista comigo no RP Escreve Sua História, e não publicou ainda. Certamente entenderam que o que digo é "danoso" para a profissão. Eu respeito se foi isso. .... Eu não concordo, mas respeito a postura deles e continuo achando que eles estão fazendo um excelente trabalho para as RPs no Brasil através das redes sociais. No meu Blog também não entra nada que fale que o mercado é promissor, que facilmente se ganha muito dinheiro, que para o bom profissional não falta emprego. Isso eu não publico. Na minha opinião, não é verdade. Claro que tem um ou outro profissional que se destaca. Isso acontece. Mas não é a maioria. .....  O RP Escreve Sua História, é uma grande sacada deles. ..... Entrevistam profissionais atuantes do Brasil e publicam, o que é muito legal. Eles inclusive entrevistaram grandes nomes das RPs. Infelizmente, na minha opinião, as respostas são sempre iguais ou muito parecidas; tipo: "o mercado é promissor", ou "para o bom profissional não falta emprego". Claro que eles não têm culpa das pessoas falarem sempre as mesmas coisas; claro .... Eu, pessoalmente, com todo respeito, desqualifico essas afirmações dadas por grandes RPs. Não há um mercado promissor, Não há facilidade de emprego. Não é entendimento da profissão por parte dos empresários e empregadores. .... Se não agirmos, o mercado não será promissor. O "mau profissional" está sendo formado pelas Faculdades e Universidades e não conseguem sequer disputar uma vaga de RP, porque os empresários (a maioria deles) simplesmente não sabem o que fazem os RPs. .... Claro que o bom profissional vai se sobressair ante o "mau" profissional; isso é lógica e é justo. Mas o triste é não termos uma categoria que saiba onde trabalhar e aonde ir. Temos uma lei falha e uma fiscalização por parte dos Conselhos extremamente deficiente, por vários motivos. É um discurso clichê: "se minha empresa está bem sem um RP, por que vou contratar um?". Tá errado. A importância das RPs vai além das ferramentas de comunicação ou dos relacionamentos. A profissão tem uma importância fundamental para a sociedade como todo, que é a de equilibrar as organizações (todas elas), no que se refere à compreensão, aos relacionamentos e a verdade. É algo muito maior que os empresários, empregadores e RHs ainda não entendem.

Reportagem: então, qual a saída na sua visão?

Firmo Neto: Uma coisa é certa....a saída mais errada é "flexibilizar" a profissão., Isso será o fim. Mudar a lei é a saída. Mudar a lei 5.377. Torná-la menos genérica, mais direta e compreendida. Ver de fato onde estão os RPs; como estão atuando e em quais áreas. Falam que Cerimonial é uma atividade de RP. Realmente é. É uma função específica de RP pela lei. Isso significa que só pode ocupá-la se for RP. ... É isso que acontece? .... Outra saída é fortalecer o Conselho Federal e os Regionais. ... Tem um monte de colega, bons profissionais, falando um monte de coisa, quando pela lei, eles não têm sequer o direito de exercer a profissão, por não serem registrados. ... Repito: você já viu médico sem CRM, ou advogado sem OAB? ..... Não é diferente com as RPs. ...... Por que tenho que achar que minha profissão é de todos e qualquer um pode exercê-la? Esse é o problema da flexibilização, ou "abertura" como estamos chamando. Dar o direito a pessoas que não fizeram o curso de RP de exercer a profissão é um absurdo. É até um desrespeito com quem investiu tempo e dinheiro no curso. Isso acontece justamente pela fragilidade da lei 5.377 na minha opinião.  Ela é tão completa que ninguém entende. Ou se entende, não sabe explicar. .... Então os meus colegas precisam entender que ao invés de estar achando que eu "falo mal da profissão", deveriam entender que estou chamando atenção para uma coisa séria e que é a verdade. Ou não? ... Se eu fosse pensar apenas em mim, não tem problema! ... Está tudo certo pra mim. .... Sou RP de fato e de direito. Estou trabalhando desde que me formei com RP! Isso significa que sou "bom" e os outros são ruins? ..... Não. Não vejo assim.  Não é assim. Temos que nos unir por uma profissão forte, reconhecida e esclarecida. .... Na minha opinião isso só se dará com uma mudança importante na lei 5.377; com o corporativismo saudável entre os profissionais e com uma grande mobilização nacional dos RPs do Brasil. ....  ... Agora, sinto falar isso. Sinto mesmo. Mas é a verdade. Como vou alertar os colegas mais jovens se não falar a verdade? .... Para dizer que tudo está muito bem, isso é fácil, todos já dizem. .... Os grandes RPs dizem isso todos os dias no VersátilRP, por exemplo. .... Prefiro alertar para a verdade. ..... Pra concluir eu diria que: não há profissão forte sem uma boa lei que a regulamente, clara e objetiva. Sem um Conselho Regional forte e sem um Sindicato forte. ... Pense em uma profissão que você entenda que tenha um bom reconhecimento da sociedade e um bom mercado de trabalho! ..... Pensou? (Engenharia, Direito, Medicina, Veterinária?). Bom, ... verifique agora se ela não tem um grande Conselho Regional e um bom Sindicato por trás!!!!!. ... Outra lembrança: atuar como RP sem o registro profissional é crime. Todos os RPs por favor procurem os Conselhos Regionais e se registrem. Você não tem o direito (por lei) de exercer as RPs se não for registrado. ...... Não sou do Conselho e não tenho nenhuma ligação com o Federal ou os Regionais. Apenas quando sou parado na blitz, mostro minha carteira de identidade profissional e o policial de trânsito diz: o que é Relações Públicas? ....... Abraços.


Reportagem Blog Relações Públicas por Firmo Neto